top of page


Da orla ao ão: (des)medido mundo
Na trilha de leste a oeste pelo estado que abriga a Soterópolis, um desejoso e arriscado intento, pôr-se diante do Em-si da facticidade em sua totalidade, mudo e mouco eclodir do sentido em seu devir máximo. Des-emerjo em ingrata querência da busca, no intermezzo do ão e a orla, imensidões e santidades. Há muito, tanto, que se faça a tentativa. Todas as palavras do mundo não sustentariam o Ser, detentor de tantos nomes e antonímias e sinônimos, divindade dêitica e silogismo d

Gilvan Araújo
há 6 dias7 min de leitura


O edenismo secular americano
Figura 1: Jardim do Paraíso com a Queda do Homem de Jan Brueghel e Peter Paul Rubens (1615) [Fonte: Coleção da Casa de Mauricio, Haia, Holanda. Disponível em http:www.mauritshuis.nl/collection] "O céu fuliginoso do ‘Caldeirão’, sua atmosfera pesada, não constituem apenas o sinal manifesto da linha equatorial. Eles resumem o clima sob o qual dois mundos se afrontaram. Esse taciturno elemento que os separa, essa bonança em que as forças maléficas parecem somente abrigar-se, são

Gilvan Araújo
15 de jul.3 min de leitura


A tese ou, o pós-moderno Prometeu
Deitando-se nalgum momento perdido ao fim de um longo dia de trabalho, está o iniciado dos liceus, em vias de finalizar sua passagem por aqueles corredores, escadarias e prédios cinza, residências de um saber continuamente (des)construído, e poucas vezes imprescindível ou necessário. Sua condição é esta: agora, não mais com os olhos brilhantes de seu verdejar pelas incontáveis páginas amarelas, encolhia-se em meio aos seus cobertores estragados. Uma pequena luz adentrava seu

Gilvan Araújo
24 de jun.3 min de leitura
bottom of page
